terça-feira, 24 de novembro de 2009

Empresa gasta até 40% a mais com funcionário estressado


Um número crescente de empresas já entende que a garantia de uma ambiente de trabalho favorável e construtivo pode ser a diferença entre ter um funcionário motivado e um estressado. Muitos empresários investem neste caminho porque acreditam que isso contribui para a maior produtividade de sua equipe.


Porém, como sugerem estudos da OMS (Organização Mundial de Saúde) e da OIT (Organização Internacional do Trabalho), este não é o único benefício direto para as empresas. Outro fator importante nesta decisão seria a redução dos custos trabalhistas.


Gastos com saúde são elevados


Isso porque, além de mais produtivos e motivados, os funcionários que trabalham em condições adequadas estão menos propensos a ficar doentes, ou sofrer de doenças relacionadas ao estresse. A melhoria das condições de saúde acaba reduzindo o chamado absenteísmo, que custa caro às empresas.

Para se ter uma idéia da magnitude destes gastos, basta verificar que os países da União Européia gastam entre 3% e 4% do PIB com problemas de saúde mental. Além disso, a OIT estima que cerca de 9% dos trabalhadores sofrem de assédio moral. Mesmo em países como a Alemanha, que é conhecida pela jornada reduzida de trabalho, estima-se que 7% das aposentadorias sejam antecipadas por transtornos depressivos.


Nos EUA, estima-se que os gastos com absenteísmo custem às empresas algo como US$ 300 bilhões por ano, e que sejam perdidos cerca de 200 milhões de dias de trabalho por ano. A tensão também acaba se traduzindo em um alto número de acidentes de trabalho, cerca de 9 mil por ano, o que também custa caro para as empresas.


Brasil não é exceção


A situação é tão grave que a OMS estima que, até 2020, a depressão será a maior causa de incapacidade entre os profissionais no mundo todo. E, como era de se esperar, o Brasil não está imune a esta situação! Tanto que, no País, estima-se que cerca de 70% das pessoas sofram de estresse no trabalho. Ainda mais alarmante é a constatação de que os casos de transtornos mentais já gozam do terceiro lugar em termos de volume de benefícios previdenciários concedidos no Brasil.

Dados de um estudo elaborado pela Isma-BR (International Stress Manegement Association no Brasil) apontam que o estresse foi responsável por um aumento de 140% nos gastos trabalhistas das empresas nas últimas décadas. Estariam incluídas nesta soma as despesas com tratamento médico, licença de trabalho, aposentadoria por invalidez e, é claro, a própria queda na produtividade individual. Para a presidente da ISMA-BR, Ana Maria Rossi, um funcionário estressado custa 40% a mais do que um que trabalha em condições normais.


Mudança de hábitos


Dentre os fatores que contribuem para a deterioração do ambiente de trabalho, podemos citar: a pouca autonomia do funcionário, falta de reconhecimento do seu desempenho, monotonia das tarefas etc.


Frente a esta constatação, o que fazer para impedir que isso venha a afetar o desempenho dos seus funcionários?


Se, de um lado, cabe às empresas garantir um ambiente de trabalho positivo, por outro os funcionários também devem contribuir, adotando um estilo de vida mais saudável. Afinal, não é o seu chefe que lhe obriga a comer hambúrger todo dia. No mesmo tempo de almoço, você poderia fazer opções mais saudáveis.


Uma mudança nos hábitos dentro da empresa também ajuda. Assim, mais do que eficiência, saber trabalhar em grupo e delegar pode ser a diferença entre um dia estressante e um produtivo.


Planejamento, organização e capacidade de priorizar são outros fatores que contribuem para melhorar sua rotina de trabalho, e contribuir para a redução do estresse.


Outro ponto importante é o controle das emoções. Todos nós sabemos que evitar o estresse no mercado de trabalho atual é quase impossível, mas é preciso aprender a lidar com ele. Aprender a dar o peso correto ao problema é o primeiro passo neste sentido. Se você quiser testar se está estressado, a ISMA-BR oferece um questionário. Para tanto, basta acessar o endereço: htpp://www.ismabrasil.com.br.

Fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/empresa_gasta_ate_40_a_mais_com_funcionario_estressado/4886/

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Destaque-se, seja resiliente!



Hoje, neste mundo globalizado onde as empresas se relacionam em um ambiente de extrema competitividade por metas e resultados, o estresse é uma realidade observada nas mais diferentes áreas e setores do mercado de trabalho.

Para atender a esta realidade, as corporações vem buscando profissionais dotados da capacidade de se adaptarem a esse ambiente conturbado na busca de constantes resultados. Nessa busca destaca-se o chamado “profissional resiliente”.
Mas o que é resiliência?
Resiliência é um conceito oriundo da Física, que se refere à propriedade de acumular energia quando exigidos ou submetidos a extrema pressão, voltando em seguida ao seu estado original, sem qualquer deformação, como um elástico. O dicionário Aurélio descreve a resiliência como “a capacidade pela qual a energia armazenada em um corpo deformado é devolvida quando cessa a tensão causadora de uma deformação elástica”.
No mundo corporativo, podemos definir resiliência como a capacidade do indivíduo de lidar com serenidade com o estresse e as adversidades cotidianas, decorrentes do ambiente de trabalho, moldando-se a cada situação e recuperando o seu estado original.

O equilíbrio humano é como a estrutura de um edifício. Se a pressão for maior que a resistência, aparecerão rachaduras, como doenças psicossomáticas. Daí a importância desta flexibilidade, característica principal do profissional resiliente.

Assim, pode-se considerar que a resiliência é uma combinação de fatores que propiciam ao ser humano condições para enfrentar e superar problemas e adversidades de maneira racional, buscando as soluções mais adequadas.

Resiliência em dez dicas
Um profissional resiliente, quando submetido a situação de estresse, a administrará de maneira sensata, sem impulsividade, visualizando o problema como um todo. Essa capacidade certamente lhe propocionará forças para enfrentar a adversidade e o tornará capaz de apresentar soluções criativas e eficazes.

A boa notícia é que todos nós podemos nos tornar resilientes. Seguem algumas dicas:

• Mentalize seu projeto de vida, mesmo que ele não possa ser colocado em prática imediatamente. Sonhar com seu projeto é confortante e reduz a ansiedade;

• Pratique esportes e métodos de relaxamento e meditação para aumentar o ânimo e a disposição. Os exercícios aumentam o nível de endorfinas, hormônios que proporcionam sensação de bem-estar;

• Procure manter o lar em harmonia, pois este é o "ponto de apoio” para recuperar-se;

• Aproveite parte do tempo para ampliar os conhecimentos, pois isso aumenta a autoconfiança;

• Transforme-se em um otimista em potencial;

• Assuma riscos (tenha coragem);

• Apure o senso de humor (desarme os pessimistas);

• Separe bem quem você é do que você faz;

• Use a criatividade para quebrar a rotina;

• Permita-se sentir dor, recuar e, às vezes, flexbilizar para em seguida retornar ao estado original.


Lembre-se, resiliência é a arte de transformar toda energia de um problema em uma solução criativa.


Por Leonardo Soares Grapeia (fundador e editor da AGN - Administração, Gestão e Negócios. Seu e-mail é: leonardo@agenegocios.com.br)

Fonte: HSM Online18/11/2008

Declaração de Recomendação - Hospital Dom Antonio Monteiro


Declaração de Recomendação - Minas Calçados


Declaração de Recomendação - União Hospitalar São Francisco


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terça-feira, 17 de novembro de 2009

10 itens que matam a produtividade diária


Um planejamento semanal bem elaborado pode cair por terra quando as atividades diárias pré-estabelecidas são deixadas de lado por motivos circunstanciais ou urgentes, que atrapalham a produtividade. Será que você tem passado por isso? Confira a lista abaixo e veja com quais itens você se identifica.

1 – E-mail – Ficar com o e-mail aberto faz o nível de interrupções ficar intolerável, aumenta a ansiedade e a sensação de atividades por fazer. Recomendo definir períodos para lidar com as suas mensagens sendo que no resto do tempo o caixa deve ficar fechada.

2 – Não ter clareza sobre o que fazer – O que você precisa fazer primeiro? Você sabe pelo menos 80% do que deve ser feito hoje? Se não souber responder a essas perguntas, com certeza vai se perder em tarefas circunstanciais.

3 – Estou em Reunião – Uma pesquisa feita pela Triad Consulting, empresa dá qual sou diretor, demonstra que 1/3 das reuniões podem ser canceladas. Então: dieta de reuniões já! Quanto menos, melhor. Se tiver de fazer, seja objetivo, defina pontos de discussão e faça durar no máximo 2 horas.

4 – Redes Sociais – Você usa twitter, facebook, orkut, etc? Controle a ansiedade de ficar conectado a essas redes. Utilize eventuais intervalos no dia ou o horário de almoço para se atualizar.

5 – Falta de energia – Você está cansado, sem pique e não consegue se concentrar? A falta de “energia” rouba muitas horas do dia e faz a pessoa “surfar” em atividades circunstanciais. Tenha hobbies, procure um médico, tome um multi-vitamínico, alimente-se em horários regulares, faça sexo (com freqüência).

6 – Falta de foco – Começa uma atividade e em pouco tempo salta para outra tarefas? Se a atividade for grande, quebre em pequenas atividades, feche qualquer outro software que não esteja usando, coloque o celular no silencioso e, se funcionar para você, ouça música.

7 – Navegador cheio de favoritos – Você abre seu browser para ir em um site, esbarra na lista de favoritos e começa a surfar por outros portais? Instale um novo navegador (sugiro o Safari) e não importe os seus favoritos. No novo browser, com a lista de favoritos zerada, você perde a tentação de ficar navegando à toa.

8 – Messenger, Wave, GTalk, etc – A regra é simples: está ocupado? Fique com status invisível ou offline. Está tranquilo? Fique ausente ou ocupado. Está com tempo para conversar? Fique disponível.

9 – Interrupções – Se muita gente interrompe você, pode ser porque sua comunicação não anda muito adequada. Faça uma revisão de como redige os emails, concede informações e delega atividades.

10 – Tarefas imprevistas, convites inesperados e favores – Que tal falar NÃO de forma concreta (baseado em planejamento X disponibilidade)? Se muitas tarefas imprevistas surgem na sua rotina, é possível que o nível de planejamento não esteja adequado. Repare em quais dias da semana você tem mais imprevistos e utilize isso a seu favor.

Por Christian Barbosa (Especialista em administração de tempo e produtividade, é fundador da Triad PS, empresa multinacional especializada em programas e consultoria na área de produtividade, colaboração e administração do tempo. É Autor dos livros “A Tríade do Tempo", "Você, Dona do Seu Tempo”, “Estou em Reunião” e co-autor de “Mais Tempo, Mais Dinheiro”).


Fonte:

HSM Online
16/11/2009

Palestra Hospital Campo Formoso - BA



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